O mundial se encaminha para seus últimos momentos: agora, oito equipes, 4 sulamericanas, 3 europeias e a única africana disputam as 4 vagas na semifinal. Quem o será? Dois são grandes favoritos ao título, uma é zebra mesmo, uma tem camisa, mas faz tempo que patina e aoutra entraria para história caso conseguisse atingir esta fase do torneio. Por fim duas que estiveram, ao longo do século XX, de participarem com empolgação, mas sem erguer a taça de vez: eternas promessas, sempre são desbancadas por favoritos que têm camisa. E camisa, no mundial, faz diferença, isso é certeza.
Outra certeza que temos é da grande possibilidade que dia 11 de julho aconteça uma revanche do jogaço de 2002 em Yokohama (um xadrez daqueles que justificam acordar cedo num domingo): são eles que, num mundial onde favoritos morreram tristemente e precocemente e vemos uma insegurança geral quanto às zebras que andaram soltas na África Sul, é um alívio poder revisitar o maior clássico do futebol mundial: 7 títulos mundias, jogadores descatados em várias posições, camisa e um algo mais que, por exemplo, fez contornar desafios e lidar com adversidades.
Cravo aqui que um milagre pode acontecer e os argentinos conseguirem avançar; acredito que o jogo será um bom espetáculo, mas um time que tem DeMichellis, merece perder. E um time com Özil, substituto destacado do craque Ballack (não importa se no Chelsea ele deve: ele era o capitão e espécie de fibra moral da equipe, ainda mais depois dos severos reveses envolvendo os dois goleiros do selecionado germânico) e a precisão de Klose, merece esmagar qualquer adversário que se der ao luxo de dar espaços. O jogo da Inglaterra, embora com a complicada atuação da arbitragem, já era deles. Só mesmo falhas de Neuer podem mesmo causar o estrago que quase se avizinhou, caso o gol legítimo de Lampard (golaço aliás) se concretizasse.
De mais a mais, acho que os charrúas passam, embora seja um osso duro a seleção ganense; Espanha pode até passar, mas até mesmo os argentinos podem ferrar com eles. Imagine o perigoso time da Alemanha. Temos uma final provável, do tamanho que o primeiro mundial em África merece. Ou então, a zebra corre solta e teremos equipes que provavelmente não deixarão saudades. Mas que surpresa o século XXI trouxe em termos de futebol, além do que já se viu? Agora, só em 2014 e com as promessa de mudança nas regras para mudar mesmo. Vamos ver.
De mais a mais, acho que os charrúas passam, embora seja um osso duro a seleção ganense; Espanha pode até passar, mas até mesmo os argentinos podem ferrar com eles. Imagine o perigoso time da Alemanha. Temos uma final provável, do tamanho que o primeiro mundial em África merece. Ou então, a zebra corre solta e teremos equipes que provavelmente não deixarão saudades. Mas que surpresa o século XXI trouxe em termos de futebol, além do que já se viu? Agora, só em 2014 e com as promessa de mudança nas regras para mudar mesmo. Vamos ver.

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