
Imagem copiada de: http://img.blogs.abril.com.br/1/falatorcedor/imagens/dunga-final.jpg
Pra mim, Vitor é titular. Mas sei o que o Julio César tem operado de milagres, mesmo com excelente defesa capitaneada por Lúcio, nossa arma para parar (e sem falta) Messi. Terceiro goleiro é uma palhaçada mesmo. Eu levaria mais um atacante (porque volante bom mesmo não se machuca, só em pelada antes da estreia... ehehhe) só não sei quem... a seca está brava... eita saudades de Jardel e Élber... gente sem medo de fazer feio, mas fazer gol. Essa molecada do Santos cada vez mais me cheira a hype; não que eles sejam ruins, mas o padrão ainda é muito irregular e embora seja uma garotada com certa tarimba, estamos falando de uma copa do mundo com um técnico que embora tenha ganhado títulos importante (inclusive quebrando tabu contra a Argentina), não só não é unanimidade, como todo mundo ficou torcendo para que ele não desse certo, só para a CBF contratar um técnico de verdade. E ele chegou à copa, sob uma pressão incomum para os resultados que obteve. Seleções eficientes sempre foram mais vencedoras do que as mais vistosas. E numa época em que os encontros com selecionados nacionais parecem estações de férias da temporada puxada dos grandes clubes, essa diferença salta aos olhos. Time repetido faz tornar mais previsível e mais vulneráveis o explorar as qualidades de cada peça do time. Aí entra o diferencial do Brasil, nossa singularidade: a habilidade.
Não me tomem como um defensor do balé empreendido por times perdedores jogando bonito, mas a habilidade eficiente, a inteligência tática para a produção de atalhos e espaços e claro o drible que leva a mais uma vez balançar a rede. O corte seco, aquele de deixar o zagueiro sentado (como o que Jonas fez hoje no chiqueiro). Mas acima de tudo, um time vencedor tem de saber explorar e acondicionar o ritmo à sua necessidade e capacidade. E para isso, jogadores com displina tática e perna pra correr sempre que for necessário, nunca sao de mais os brigadores e os que sao capazes de chamar o jogo e decidirem. Nao tenho dúvida de que na seleçao de Dunga hajam jogadores assim, ms e o maestro para isso tudo?
Geralmente, acredito que maestro dentro de campo fica parado; tem de estar de fora, vendo o jogo numa outra perspectiva e é por isso que técnico é fundamental para poder explorar e por a garotada e os mais experientes a dançar a mesma música. Acredito que Dunga obteve resultados impressionantes, mas ainda assim essa copa pode trazer surpresas indigestas, principalmente num emparelhamento em que enfrentaríamos só equipes forte, ou pelo menos, com camisa. Nao sei se provei meus pontos, mas a coisa é a seguinte: ganhamos no chiqueiro e é isso que interessa!
Não me tomem como um defensor do balé empreendido por times perdedores jogando bonito, mas a habilidade eficiente, a inteligência tática para a produção de atalhos e espaços e claro o drible que leva a mais uma vez balançar a rede. O corte seco, aquele de deixar o zagueiro sentado (como o que Jonas fez hoje no chiqueiro). Mas acima de tudo, um time vencedor tem de saber explorar e acondicionar o ritmo à sua necessidade e capacidade. E para isso, jogadores com displina tática e perna pra correr sempre que for necessário, nunca sao de mais os brigadores e os que sao capazes de chamar o jogo e decidirem. Nao tenho dúvida de que na seleçao de Dunga hajam jogadores assim, ms e o maestro para isso tudo?
Geralmente, acredito que maestro dentro de campo fica parado; tem de estar de fora, vendo o jogo numa outra perspectiva e é por isso que técnico é fundamental para poder explorar e por a garotada e os mais experientes a dançar a mesma música. Acredito que Dunga obteve resultados impressionantes, mas ainda assim essa copa pode trazer surpresas indigestas, principalmente num emparelhamento em que enfrentaríamos só equipes forte, ou pelo menos, com camisa. Nao sei se provei meus pontos, mas a coisa é a seguinte: ganhamos no chiqueiro e é isso que interessa!

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