sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Fim de temporada, 2 - A missão




Foi um ano atípico, excetuando pela eliminação do curintia en La Copa#51. É mesmo como Chaves, não é?

Bem, 2011 será o ano da austeridade finaceira ou do descalabro dos clubes? A imprensa vai mesmo continuar se deliciando com jogadores de primeira linha que viraram de segunda e dizendo que ele vem pra cá para "recuperar seu bom futebol" ou vai dar a dimensão de que, no primeiro mundo, os salários altos já não tem garantia de serem integralmente pagos? A coinjuntura económica europeia está cada vez mais difícil de contornar porquer, bem, a recuperação tem sido difícil e a venda de Kaká foi emblemática dessa situação. Agora, a vinda do Ronaldo Assis para o país tem sido centro de um debate tão irrelevante quanto deslocado: um jogador como ele pode dar muito certo, muito errado, mas independente de resultados, a mudança envolvida no processo para o clube que conseguir convencer os milanistas a aceitarem a liberação sem multa é por si só muito fulgurante: no entanto, não podemos esquecer das finanças há muito combalidas de todos os clubes brasileiros e são justamente clubes bem desequilibrados financeiramente que estão querendo tomar parte no negócio ( e a declaração do presidente do framengo, provocando a diretoria do meu time achei despropositada para um clube que conseguiu jogar no lixo anos e anos de patrocinio estatal e ter a maior dívida do futebol brasileiro.. e sim, nós que pagaremos essa conta!).

Fica o registro que o Ronaldo Assis pode vir somar e o escambau, mas a verdade é bem outra: desde já começa uma desagregação de qualquer elenco do qual fizer parte; cabe ao técnico manobrar essa tensão e não sei qual dos clubes tem um técnico com controle de vestiário... aliás, sei sim: o técnico que tirou um time da Z-4 e levou a La Copa#52... Enfim, divago.

Só espero que em 2011 não falte gana a quem quer vencer; e que o vencedor não passe vergonha e recupere o prestígio do futebol sulamericano, desde a copa do mundo sfrendo erosão sistemática e quer teve como cereja, africana, a derrota inacreditável dos vermelhos para o todo-poderoso Mazembe...

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