quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

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Exatamente: La Copa, para nós Imortais, não são nada menos que 16 decisões consecutivas. Vai começar com adversário pouco renomado, mas que deve transformar o quanto possível um jogo de pré-Copa em final de campeonato. Falam em feito histórico, em marcar época, repetir que "o futebol não tem mais bobo" dentro das quatro linhas do relvado. Um relvado em condições não muito razoáveis, nada de tapete verde... E desde quando se esperam facilidades, quaisquer que sejam, em jogos de La Copa? La #52 tem vocação para ser das mais equilibradas, embora algumas equipes já se destaquem no papel o suficiente para os mais apressados insistirem em favoritos. Não acredito que dé mesmo para apontar qualquer coisa nesse sentido ainda: o começo de temporada tem mostrando equipes claudicantes, algo desencontradas, muito embora várias tenham mantido a base do ano anterior (para o bem e para o mal).

Saem na frente, no papel, fluminense e o santos. Dos outros que vieram via campeonato nacional, cruzeiro e Grêmio ainda estão fechando as equipes, mas para este tem um teste já hoje em que o erro seria imperdoável. Não se pode dizer que a auséncia de Jonas interfere drasticamente na composição e na apresentação desta noite, mas certamente o entrosamento fica prejudicado e o clima fica desnecessariamente pesado. A gente sabe que a liga europa não vale a sombra de la Copa. Se dinheiro vale tanto assim, e a possibilidade de ir a um mundial é fundamental para a obtenção de cobres, ir para o valéncia parece demasiado precipitado, ainda mais considerando que a zebra não tem passeado lá tanto quanto aqui. E o Barça junto como real madrid já deram mostras de estarem afiadíssimos para disputar cabeça a cabeça a primazia na temporada. O 5 a 0 de meses atrás pode ser o chacoalhão que o copeiro Mourinho precisava para por a ordem na casa e os pés no chão.

Então, falo desse intermezzo europeu e do início das atividades no continente do futebol (afinal, são 11 títulos mundiais sulamericanos...) como quem arranca de seu peito o grito há um ano guardado numa noite gélida de inverno: Queremos a Copa!

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